terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Em defesa dos educadores e auxiliares de CEI's

PREFEITURA AMEAÇA CORTAR FÉRIAS DOS CEI’S

Os educadores e auxiliares de educador dos CEI’s correm o risco de não tirar férias em janeiro nem parar de trabalhar durante o recesso de dezembro. Segundo relatos de trabalhadores de CEI’s que procuraram o Movimentação, a Secretaria de Educação quer manter o atendimento nos CEI’s enquanto o restante do magistério tira férias.

Tradicionalmente os trabalhadores dos CEI’s sempre tiraram férias junto com os demais professores da rede municipal.

Vale lembrar que os CEI’s também fazem parte do sistema de ensino como determina a LDB. Por isso, o educador e o auxiliar também têm direito ao recesso de fim de ano e férias em janeiro como os demais professores.

O Movimentação se solidariza com os trabalhadores dos CEI’s e chama todos os membros do magistério a repudiar atitude da prefeitura e a pressionar a Secretaria de Educação pela manutenção das férias de janeiro, do recesso de dezembro e pelo fim dos plantões que já acontecem em alguns CEI’s. É preciso definir claramente o que é a Educação Infantil. Uma simples creche para cuidar das crianças enquanto os pais trabalham? Cadê a responsabilidade das empresas de oferecer esse serviço para seus funcionários? Para nós, Educação é outra coisa. Portanto, direitos iguais aos docentes.

O Movimentação aproveita para lembrar que os educadores e auxiliares devem ainda ser incluídos no plano de carreira do magistério. Abaixo a divisão da categoria!

Read more...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

REVOLTA E INDIGNAÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS - II

Resposta enviada pelo MovimentAÇÃO aos e-mails recebidos:

Oi,

Compreendemos perfeitamente tua indignação. No movimento, sempre discutimos as questões da educação - de maneira geral e conjunta. Defendemos, por exemplo, a inclusão de TODOS os docentes no PCCS do Magistério. Isso inclui as auxiliares de CEI´s e os professores da Educação profissional (FUNDAMAS). Com relação à hora-atividade, sempre defendemos a aplicação da Lei Federal 11.738/08, que garante não apenas 20%, mas 33% - no mínimo - e para todos os profissionais do Magistério, não somente para os professores. Recentemente levantamos o exemplo de Florianópolis. Lá, a hora-atividade é de 40%. Além disso, os servidores recebem 25% de dedicação exclusiva - caso façam a opção. Os professores do 1º ao 5º ano recebem no pagamento o diferencial de 40%. Sabemos que não é o ideal. Os professores precisam é de tempo para planejamento, incluído na sua carga horária. Somente isso garantirá uma melhor qualidade de vida e de trabalho e - consequentemente - melhoria da qualidade do ensino. Já levantamos a opção de 50% de hora-atividade para as séries iniciais. Dada a sua complexidade e importância como etapa básica do aprendizado do futuro cidadão, nada mais justo que os profissionais tivessem condições diferenciadas de trabalho.
Quanto ao aumento da jornada de trabalho, é um absurdo o que a Prefeitura propõe. A LDB, em seu artigo 24, inciso I, preconiza que “ a carga mínima anual será de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar...”. Ora, a matemática é simples: Trabalhamos quatro horas por turno, vezes duzentos dias letivos, igual a oitocentas horas. Portanto, cumprimos a lei. Repare que a lei ainda fala de “efetivo trabalho escolar”. Há várias interpretações possíveis daí. Qualquer argumento em favor do aumento do horário de trabalho parte de uma interpretação equivocada da Lei. Não podemos aceitar pacificamente a situação. Não é penalizando o professor que resolveremos os problemas da educação. Chega de querer melhorar o sistema de ensino sem investir um centavo a mais!
De nossa parte faremos o possível para denunciar, sugerir, cobrar... Mas o que precisamos de fato é de uma entidade sindical combativa e que faça a opção de lutar por TODOS os servidores, sem dividi-los em guetos.
É nisso que temos que apostar. Assim, acreditamos que, em breve, poderemos comemorar avanços na nossa carreira, sem temer retrocessos.

Continuemos firmes na luta.

MovimentAÇÃO - SINDICATO É PRA LUTAR!

Read more...

REVOLTA E INDIGNAÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS

Abaixo reproduzimos e-mails recebidos de professores que atuam de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. É nítida a angústia que toma conta dos servidores, totalmente desamparados. Confira a resposta do MovimentAÇÃO na postagem acima...
___________________________________________________________________
E-mail 1:
"Eu e meus colegas de trabalho estamos indignados em saber que a partir de 2010 todos os professores da rede municipal terão que trabalhar 15 minutos a mais em cada turno trabalhado.
O que nós não conseguimos entender, é que o pessoal da SEC que vem implantando tantas mudanças nas escolas, vem alegando que tais mudanças é para que o professor tenha mais saúde e qualidade de vida. Como então eles explicam o aumento no tempo de trabalho? Pois nós professores com uma carga horária de 40h semanais, teremos agora que trabalhar mais 30 minutos todos os dias.
Não dá para acreditar que eles estejam tão preocupados assim com a saúde dos professores, pois se estivessem mesmo preocupados, pagariam os 20% das horas atividade que temos por lei direito de receber, mas não recebemos.
Gostaria que vocês do MovimentAção dessem uma olhada neste assunto e uma força a nós professores da rede municipal de ensino de Joinville."
____________________________________________________________________
E-mail 2:
"Agradeço pela atenção, mas gostaria que vocês fizessem uma pesquisa em
relação à fundamentação em lei do aumento da nossa jornada de trabalho. Pois nós trabalhamos por 40 horas semanais e eles querem aumentar nossa jornada semanal. Para 2010 nosso horário será das 7:30 às 11:45h e das 13:30 às 17:45h, o que dará um aumento diário de 30 minutos. Já procuramos alguma lei onde esteja escrito que isso seja legal ou não. Gostaria que vocês nos ajudassem nesse sentido, pois podemos contar muito pouco com o atual sindicato.
Podem publicar meu e-mail no blog.
Agradeço
Um abraço"
____________________________________________________________________
E-mail 3:
"Os professores de 1 ao 5 ano estão sempre em desvantagem em relação às medidas tomadas pela Prefeitura. Não recebemos os 20% de hora-atividade e agora estão querendo que trabalhemos 15 minutos a mais em cada 20 horas. Isso soma 10 horas mensais. Eu como professora das séries iniciais e muitos outros nos sentimos totalmente desamparados, pois percebo que até o movimentação se preocupa em muito com os professores do 6 ao 9 ano e a nossa classe está ficando muito esquecida por todos. Gostaria que vocês analisassem o nosso caso, pois somos horistas e perdemos muito com isso. Pela lei do MEC todos os professores são iguais e isso não acontece. Pois como horistas não temos um dia de folga por semana nas 40 horas, não recebemos os 20% de hora atividade, não recebemos regência de classe e percebo que até o movimentação faz vistas grossas para estes casos. Nossa classe não pode contar com o apoio do sindicato, como vocês sabem o motivo. Espero que vocês analisem bem o nosso caso e nos deem uma resposta. Fico esperando, pois o ensino fundamental é do 1 ao 9 ano e nós também merecemos atenção e respeito."
_________________________________________________________________

Read more...

Novo informativo


Sábado (28/12) foi dia de panfletagem do novo informativo.

Read more...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A crise no ambulatório!

Nosso ambulatório está doente!

Sala de espera lotada! Impaciência, nervosismo, dor, revolta entre quem espera e sentimento de impotência entre os profissionais que buscam atender os colegas servidores. Esse é o clima instaurado em nosso ambulatório.
Quem precisou passar pelo Ambulatório dos Servidores nos últimos dias, com certeza vivenciou momentos de angústia e sofrimento. Com o pedido de demissão de dois médicos há mais de um mês, a equipe restante não dá conta da demanda. Pra piorar, todos os professores que solicitaram alteração de carga horária precisaram passar pela medicina do trabalho, aumentando a disputa pelo atendimento precário.
Na terça-feira, dia 24, por exemplo, ao meio-dia ainda havia servidores esperando atendimento desde às sete horas da manhã. Uma servidora, de muletas e a perna envolta em talas, desesperava-se porque avisaram-na de que não seria atendida. Ela deveria procurar consulta em outro lugar e depois voltar com um atestado. Indignada, ligou repetidas vezes para a Ouvidora. Em vão. Outra entrou apoiada num andador e ainda amparada por um familiar. Depois de esperar mais de meia hora, avisaram que sua médica iria demorar algumas horas para chegar. Em todo canto, servidores angustiados. Muitos precisavam apenas carimbar o atestado, mas precisavam suportar horas de espera.

Afinal, para que serve o ambulatório?

Há muito denunciamos o equívoco do uso do ambulatório. A “ditadura do atestado” continua. É um absurdo o servidor doente, já atendido por um médico de sua confiança, por meio do seu plano de saúde, ainda passar pelo constrangimento da avaliação do médico do trabalho. A situação apenas deixa o servidor mais doente ainda.
Outra questão são as situações específicas, que geram aumento na demanda, como é o caso das avaliações periódicas e de alterações de carga horária – como agora está acontecendo com os professores. Nestes casos, deveria existir uma estrutura especial para o atendimento. O que não dá é o servidor que apenas precisa de um “apto” em seus exames ocupar o espaço em que um servidor doente poderia ser atendido.
O ambulatório é necessário. Deveria existir para dar um atendimento prioritário para os servidores que não têm plano de saúde. Essa deveria ser a sua razão de ser: servir ao servidor! E não aborrecê-lo com mais burocracia.

Manter a unidade dos servidores

Quanto aos servidores lotados no ambulatório, é compreensível sua situação. O problema lá é de estrutura. Na terça, era visível a impotência dos atendentes. Não havia era médicos em número suficiente. Definitivamente, aquela estrutura não comporta tudo o que lhe atribuem. Precisamos organizar uma luta conjunta para reivindicar o fim da “ditadura do atestado” e uma reestruturação do ambulatório, para que o servidor possa ser atendido com o conforto e respeito que merece.

Read more...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Colabore com a campanha do MovimentAÇÃO

Estamos preparando a campanha do MovimentAÇÃO. Para isso, diversas reuniões preparatórias estão acontecendo. Fizemos uma programação de atividades de arrecadação - imprescindíveis para obtermos o financiamento necessário, sem precisar de dinheiro de partidos, empresas ou alguma entidade estranha aos interesses dos trabalhadores.
Como sempre dissemos, "quem paga a banda escolhe a música!". Portanto, dirigimo-nos aos servidores para que nos auxiliem nessa empreitada. Não queremos ficar devendo favores a ninguém, a não ser aos próprios servidores que queremos representar.
Veja abaixo como você pode colaborar:

- CAMISETA: estamos vendendo camisetas do MovimentAÇÃO a R$ 15,00 a unidade.
- RIFA: está rolando uma rifa de uma cesta de Natal, montada a partir de contribuições de diversos servidores. Cada número custa R$ 5,00.
- CHURRASCO: No dia 02/12, quarta-feira,a partir das 19h, faremos um churrasquinho de confraternização, no quiosque 2 da Associação. Preço: R$15,00. Antes do churrasco, debate com Faustão - dirigente dos Químicos PE e da CUT nacional.
- ADESIVO: Temos um adesivo do movimento, que pode ser adquirido a R$ 2,00.

Além disso, você pode contribuir com qualquer valor. Está em nossas mãos transformar o SINSEJ num sindicato realmente de luta em defesa dos nossos direitos. O compromisso é de cada um de nós. Faça sua parte! Ajude para que esse sonho se torne realidade!

Read more...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Carta de professora de CEI

Sobre a Educação Infantil
(Carta recebida de uma professora da Educação Infantil da Rede Municipal)

“Está claro que a qualidade de vida de cada família e da sociedade está na educação. Não querer investir na educação é não fazer diferença.
Os prejuízos com professores doentes não devem ser baixos e é preciso arrumar uma solução para que esse prejuízo se torne em lucro.
A Educação Infantil é um programa engessado de educação. É preciso capacitarmos o departamento infantil, investindo nos profissionais que já estão há tanto tempo, ou então trocar os gestores por novos.
Os pais veem os professores como babás que cuidam dos seus filhos enquanto trabalham e transferem a educação familiar para as ‘babás’ da Educação Infantil.
Não há atendimento especializado na Educação Infantil. E estamos cansados de saber que quanto mais precoce for diagnosticado o problema, mais resultados terá o tratamento. Uma criança recuperada será um criminoso a menos na sociedade.”

Read more...

  © Original Blogger template Coozie modified to Neo Coozie by Oak Blogger XML Skins 2009

Back to TOP