domingo, 20 de dezembro de 2009

Agentes III e a carga horária

A Prefeitura Municipal de Joinville (PMJ) trata de modo diferente servidores que prestaram concurso para o mesmo cargo. É o caso dos Agentes Administrativos III, que tem carga horária de trabalho diferente de acordo com o local de lotação.

Os Agentes lotados em secretarias e no prédio da PMJ trabalham 6 horas diárias. Já os aqueles que trabalham nas secretarias de escolas e no ambulatório do HMSJ, por exemplo, trabalham 8 horas diárias.

O MovimentAÇÃO chama os servidores para levantar a bandeira da redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais, a exemplo do que já acontece em Florianópolis.

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Sucateamento da Fundamas

Os instrutores de cursos da Fundamas, assim como ocorre com os servidores dos CEIs, não fazem parte do Plano de Carreira, Cargos e Salários do Magistério. Entretanto, esses servidores também exercem atividade docente e merecem ter a mesma carreira e os mesmos benefícios dos demais professores da prefeitura.

O MovimentAÇÃO entende que só uma categoria unificada pode ser forte e conseguir avanços. Divisões como as que temos: professores, educadores de CEI, instrutores e professores de séries iniciais, só geram perdas para o conjunto dos PROFESSORES. Além da questão funcional, os companheiros da FUNDAMAS precisam lidar ainda com o sucateamento dos cursos e a consequente deterioração das condições de trabalho.

A cobrança de mensalidades nos cursos da Fundamas também acarreta problemas para os servidores. Com cursos sucateados fica impossível concorrer com outras instituições que oferecem os mesmos cursos.

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A saúde é prioridade

Os servidores da saúde lideram, com folga, o ranking dos trabalhadores que mais sofrem enfermidades decorrentes do trabalho. Submetidos a uma rotina estressante, dado o acúmulo de responsabilidades e as precárias condições de trabalho, esses servidores são verdadeiros heróis, garantindo o atendimento básico à população da cidade.

Entra ano, sai ano e renovam-se as promessas de superação dos problemas da saúde. Cada novo governo garante prioridade ao setor, mas na prática pouca coisa muda. Médicos desertam de seus postos. Concursos não atraem novos profissionais.
Faltam materiais e equipamentos nos locais de atendimento. Os salários continuam baixos. As divisões das gratificações aborrecem e desunem os trabalhadores do HMSJ. O PA demora uma eternidade para ser inaugurado. Assédio moral, chefia truculenta, ditadura do testado na medicina do trabalho. Enfim, não se avança concretamente na carreira e nas perspectivas da categoria.

Nacionalmente, o SUS discute a limitação da jornada de trabalho para os profissionais da saúde. Minimamente, é uma forma de otimizar o trabalho, evitar o excessivo desgaste físico e emocional e, portanto, garantir a qualidade no atendimento aos cidadãos.

O MovimentAÇÃO renova seu compromisso de lutar para unificar as reivindicações dos servidores da saúde com a luta de toda a categoria. Nossa unidade e mobilização serão fundamentais para conquistar avanços na carreira.

Contem conosco!

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Sorteio da rifa

A rifa do MovimentAÇÃO foi sorteada no dia 15 de dezembro, no refeitório do Hospital Municipal São José. A Ganhadora foi a professora Mara Aparecida Carara Marques, da Escola Municipal Hilna Anna Krissch.


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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

SEC volta atrás e mantém horário dos professores

SEC volta atrás e mantém horário dos professores

Depois de forte mobilização nas escolas, de reuniões no sindicato (contra a vontade da diretoria, diga-se de passagem) e de uma audiência entre um grupo de professores e o Secretário da Educação, a Secretaria anuncia que “tudo não passou de um mal-entendido”.
Segundo o Secretário, na audiência da manhã de hoje (11/12), o horário dos professores do 1º. ao 5º ano para o próximo ano letivo permanece inalterado. “No decorrer do ano vamos discutir a questão”, afirmou. Ou seja, é preciso estarmos atentos. A única mudança, segundo Marquinhos, é para os professores de Artes, Inglês e Educação Física, que passam a cumprir aulas de 48 minutos nas séries iniciais, sem alterar o horário de entrada e saída destes alunos.
Mais uma vez, a mobilização dos professores nos locais de trabalho evitou um ataque. Alguém duvida disso?

Aula de recuperação na hora-atividade?

Esperamos também que não passe de mal-entendido a informação divulgada em muitas escolas pelas diretoras de que no próximo ano os professores deverão planejar e EXECUTAR aulas de recuperação para seus alunos durante o tempo reservado para estudo e planejamento – os 20% de hora-atividade. Se for isso, qual o princípio da hora-atividade???

Plantões e férias diferenciadas nos CEI’s

Deve ser também somente um mal-entendido a informação de que está em estudo as férias diferenciadas para os profissionais dos CEI’s, no intuito de manter o atendimento nos recessos e férias do Magistério. Será???

QUANDO TEREMOS BOAS NOTÍCIAS?

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Em defesa dos educadores e auxiliares de CEI's

PREFEITURA AMEAÇA CORTAR FÉRIAS DOS CEI’S

Os educadores e auxiliares de educador dos CEI’s correm o risco de não tirar férias em janeiro nem parar de trabalhar durante o recesso de dezembro. Segundo relatos de trabalhadores de CEI’s que procuraram o Movimentação, a Secretaria de Educação quer manter o atendimento nos CEI’s enquanto o restante do magistério tira férias.

Tradicionalmente os trabalhadores dos CEI’s sempre tiraram férias junto com os demais professores da rede municipal.

Vale lembrar que os CEI’s também fazem parte do sistema de ensino como determina a LDB. Por isso, o educador e o auxiliar também têm direito ao recesso de fim de ano e férias em janeiro como os demais professores.

O Movimentação se solidariza com os trabalhadores dos CEI’s e chama todos os membros do magistério a repudiar atitude da prefeitura e a pressionar a Secretaria de Educação pela manutenção das férias de janeiro, do recesso de dezembro e pelo fim dos plantões que já acontecem em alguns CEI’s. É preciso definir claramente o que é a Educação Infantil. Uma simples creche para cuidar das crianças enquanto os pais trabalham? Cadê a responsabilidade das empresas de oferecer esse serviço para seus funcionários? Para nós, Educação é outra coisa. Portanto, direitos iguais aos docentes.

O Movimentação aproveita para lembrar que os educadores e auxiliares devem ainda ser incluídos no plano de carreira do magistério. Abaixo a divisão da categoria!

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

REVOLTA E INDIGNAÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS - II

Resposta enviada pelo MovimentAÇÃO aos e-mails recebidos:

Oi,

Compreendemos perfeitamente tua indignação. No movimento, sempre discutimos as questões da educação - de maneira geral e conjunta. Defendemos, por exemplo, a inclusão de TODOS os docentes no PCCS do Magistério. Isso inclui as auxiliares de CEI´s e os professores da Educação profissional (FUNDAMAS). Com relação à hora-atividade, sempre defendemos a aplicação da Lei Federal 11.738/08, que garante não apenas 20%, mas 33% - no mínimo - e para todos os profissionais do Magistério, não somente para os professores. Recentemente levantamos o exemplo de Florianópolis. Lá, a hora-atividade é de 40%. Além disso, os servidores recebem 25% de dedicação exclusiva - caso façam a opção. Os professores do 1º ao 5º ano recebem no pagamento o diferencial de 40%. Sabemos que não é o ideal. Os professores precisam é de tempo para planejamento, incluído na sua carga horária. Somente isso garantirá uma melhor qualidade de vida e de trabalho e - consequentemente - melhoria da qualidade do ensino. Já levantamos a opção de 50% de hora-atividade para as séries iniciais. Dada a sua complexidade e importância como etapa básica do aprendizado do futuro cidadão, nada mais justo que os profissionais tivessem condições diferenciadas de trabalho.
Quanto ao aumento da jornada de trabalho, é um absurdo o que a Prefeitura propõe. A LDB, em seu artigo 24, inciso I, preconiza que “ a carga mínima anual será de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar...”. Ora, a matemática é simples: Trabalhamos quatro horas por turno, vezes duzentos dias letivos, igual a oitocentas horas. Portanto, cumprimos a lei. Repare que a lei ainda fala de “efetivo trabalho escolar”. Há várias interpretações possíveis daí. Qualquer argumento em favor do aumento do horário de trabalho parte de uma interpretação equivocada da Lei. Não podemos aceitar pacificamente a situação. Não é penalizando o professor que resolveremos os problemas da educação. Chega de querer melhorar o sistema de ensino sem investir um centavo a mais!
De nossa parte faremos o possível para denunciar, sugerir, cobrar... Mas o que precisamos de fato é de uma entidade sindical combativa e que faça a opção de lutar por TODOS os servidores, sem dividi-los em guetos.
É nisso que temos que apostar. Assim, acreditamos que, em breve, poderemos comemorar avanços na nossa carreira, sem temer retrocessos.

Continuemos firmes na luta.

MovimentAÇÃO - SINDICATO É PRA LUTAR!

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