quarta-feira, 14 de julho de 2010

Servidores paralisados lotam Câmara

Servidores pressionam e vereadores adiam votação reajuste para aguardar nova proposta do executivo. Conforme o programado, centenas de servidores estiveram na Câmara de Vereadores na tarde desta terça-feira para acompanhar a votação do Projeto de Lei que poderia instituir o reajuste parcelado, encaminhado pela Prefeitura e rejeitado pelos trabalhadores. Mas desta vez a organização e mobilização dos servidores garantiu uma vitória.



Leia mais...

Read more...

Paralisação dos servidores municipais

Mais de 3000 servidores paralisados dão demonstração de organização e força. O dia de paralisação dos servidores públicos municipais iniciou à meia-noite desta terça-feira. Vários setores do Hospital Municipal São José e dos Pronto Atendimentos Sul e Norte, estiveram paralisados e atenderam somente aos casos de urgência e emergência. Às 8h da manhã, na concentração convocada pelo Sinsej, mais de dois mil servidores enfrentaram o frio e a chuva e tomaram a frente da Prefeitura. Com faixas, cartazes e muita indignação os servidores mostraram ao Prefeito que não aceitam sua proposta indecente.

Read more...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Comunicado sobre a paralisação

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Joinville (Sinsej) comunica que a paralisação de amanhã (13) está mantida independente das condições climáticas. Em caso de chuva forte, que impossibilite ficar em frente a prefeitura, a movimentação ocorrerá na Câmara de Vereadores, na avenida Hermann August Lepper, 1.100, Saguaçú.

Repasse esta informação para seus colegas de trabalho, e garanta que todos estarão engajados para participar desta manifestação. Será através de nossa participação maciça e organizada que alcançaremos nossos objetivos.

Read more...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Prefeitura leva servidores à greve!

Carta aberta dos servidores públicos à população de Joinville

Os Servidores Públicos do Município de Joinville estão às vésperas de iniciar uma greve e pedem apoio à população para sensibilizar o prefeito Carlito Merss.

Leia mais

Read more...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

STJ proíbe corte do ponto de servidores em greve

LU AIKO OTTA - Agência Estado
1/7/2009 - www.estadao.com.br


"A decisão do STJ vira jurisprudência para outros setores", diz o secretário-geral do Condsef, Josemilton Costa. "Nossa assessoria jurídica já está examinando como reverter o corte de ponto das outras carreiras." Os funcionários do Ministério do Trabalho estão parado há mais de dois meses.

Leia mais...

Read more...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Agora é GREVE!

Servidores lotaram o Ginásio Abel Schulz na Assembleia Geral desta terça-feira e deliberaram pela greve geral da categoria.

Read more...

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Tire suas dúvidas. A greve é legal!!!

A greve é legal?

A constituição da República Federativa do Brasil garante o direito à greve a todos os trabalhadores do país. Para tanto, é preciso que essa seja uma decisão coletiva da categoria, tomada em assembleia geral, convocada para tal fim. O sindicato já tomou todas as medidas necessárias para garantir a legalidade do ato. O edital de convocação está no jornal ANotícia de 25/06. Portanto, basta a decisão da categoria.

E como ficam os serviços essenciais?

Caso nossa categoria opte pela greve, o sindicato tomará todas as medidas necessárias para garantir o atendimento mínimo (30%) previsto em Lei para os serviços essenciais. Para tanto, escalas serão montadas nos locais de trabalho que atendem emergências, de modo a garantir a legalidade.

Servidor em estágio probatório pode fazer greve?

A greve é um direito constitucional de qualquer trabalhador brasileiro. Não há nada abaixo da Constituição que casse esse direito. Ademais, a avaliação do estágio probatório só pode medir a assiduidade, pontualidade e desempenho profissional do servidor. Sua participação nas atividades do sindicato e/ou em movimentos reivindicatórios não pode ser motivo de avaliação. Portanto, o servidor em estágio probatório pode fazer greve normalmente, como qualquer outro trabalhador.

Se eu participar da greve, terei faltas injustificadas?

A primeira providência da Prefeitura, dada a truculência com que está tratando o movimento, será cortar o ponto dos servidores grevistas. Isso é absolutamente normal. Portanto, num primeiro momento, os servidores em greve terão o desconto dos dias parados. Porém, ao acertarmos a negociação da pauta de reivindicações, antes do retorno ao trabalho, é preciso negociar a reposição dos dias parados, com o reembolso dos descontos, reposição de gratificações ou qualquer outro benefício cortado e a garantia de não inscrição de falta injustificada no registro funcional do servidor. Esse cuidado é necessário para evitar retardamento na concessão de licença-prêmio, aposentadoria, ou outro benefício.

A prefeitura pode me punir por participar da greve?

Definitivamente, não! A greve é um direito. Portanto, nenhuma chefia pode chantagear o servidor, ameaçando-o de demissão, inquérito administrativo ou qualquer penalidade por participar do evento. Caso isso aconteça, a chefia está cometendo um crime: o Assédio Moral. O chefe, portanto, torna-se um criminoso e como tal precisa ser tratado. Denuncie, portanto, qualquer ameaça de retaliação.

Haverá mesmo greve a partir do dia 01/07?

O sindicato deseja ardentemente evitar o confronto com a Prefeitura. Sabemos do desgaste físico, emocional e até financeiro que a greve traz num primeiro momento. Porém, se a Prefeitura insistir em não apresentar uma proposta positiva, não nos resta opção. Ou lutamos, ou aceitamos a perda que nos é apresentada. Em todo caso, o sindicato respeitará a decisão dos servidores. Não queremos lançar ninguém em uma aventura inconsequente. Mas temos certeza de que a mobilização conjunta dos servidores pode mudar essa situação de incertezas que vivemos hoje.
Está na mão do Prefeito impedir a greve!

Mas a Prefeitura não está impossibilitada de conceder reajuste salarial?

A própria Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que a Prefeitura tanto cita para se proteger, ensina o caminho para garantir o direito dos servidores. Se preciso, o Prefeito deve cortar os cargos comissionados que infestam os gabinetes. Antes, ela deveria explicar por que a folha de pagamento cresceu tanto nos últimos dois anos. Se os servidores acumulam perdas históricas, como é possível esse crescimento fantástico dos gastos com pessoal? Por que é preciso manter secretário com salário de mais de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais)?

A Prefeitura pode demitir servidor estável?

A lei é clara. Para demitir um servidor estável (mesmo em estágio probatório), é preciso um processo administrativo muito bem fundamentado, documentado e com testemunhas – sempre garantido o direito ao contraditório e à ampla defesa. Pela LRF, primeiro a Prefeitura teria de demitir os comissionados, depois os terceirizados. Se chegasse a demitir um servidor estável, é porque já estaríamos no fundo do poço, com o Prefeito preso e uma intervenção federal na cidade. Portanto, gente, nada de medo! Quem está com a cabeça a prêmio não somos nós!

Uma última consideração...

Companheiros, estivemos amedrontados por muito tempo. Agora é hora de resgatarmos nossa dignidade, nossa autoestima. Parcelamento da inflação é algo que inexiste nas redondezas. Joinville é um caso raro em que se aceita fatiar um direito inegociável do trabalhador. 5,49% é a inflação medida entre 01/05/2009 e 30/04/2010. Para resgatarmos essa perda, precisamos do repasse no dia 01/05/2010, de uma só parcela. Depois, a Prefeitura precisa se manifestar sobre os demais 25 pontos da nossa pauta de reivindicações, a começar pela recomposição dos 30% que perdemos nos últimos 10 anos. Precisamos de uma demonstração concreta de que esse governo realmente deseja valorizar o servidor! Valorizar não é ameaçar! Valorizar não é impedir a entrada do sindicato nos locais de trabalho! Valorizar não é cortar o lanche no prédio, não é dificultar a entrega da cesta básica, não é cortar o ponto facultativo, não é impedir a dispensa para os jogos da Copa, não é implantar trabalho aos sábados para o Magistério, não tratar a Educação Infantil como “depósito de crianças”...

Ergamos a cabeça! Juntos somos fortes!

Read more...

  © Original Blogger template Coozie modified to Neo Coozie by Oak Blogger XML Skins 2009

Back to TOP